sexta-feira, 1 de março de 2019

one good woman






 
 
(LP Hallway Symphony, 1972)

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2019

near you




(LP Moments, 1971)



"I want to be near you
I want to hear what you have to say
As long as I'm near you
Nothing will seem to pass away
Long as I'm near you, longing to hear you
Long as I'm near you"








(One Week, 1920, Buster Keaton)


Minha nossa senhora, quanta graça...

(para contrabalançar aquele intertítulo inicial onde se lê que "Wedding bells have such a sweet sound but such a sour echo"...)

terça-feira, 26 de fevereiro de 2019

I guess this was you





(A Mulher Canhota, 1978, Peter Handke)

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2019





(The Bridges of Madison County, 1995, C. Eastwood)

sábado, 23 de fevereiro de 2019

Changing Face of Feminity in 60’s Taiwan - no Fantasporto



... para as traseiras de Taiwan. Começou ontem o Fantasporto e, com ele, a mostra “Changing Face of Feminity in 60’s Taiwan”. Special thanks to Yi-Wen Amy Huang and Zoey Wu for their kindness and generosity

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2019

about us






"It might not be the right time
I might not be the right one
But there's something about us I want to say
'Cause there's something between us anyway…"

refuse to do


 
 
(LP Studio, 2015)



"that's what I refuse to do
don't make me dance
dance with another"

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2019

as águas de Godot




(lindíssima-íssima Maria Ribeiro em Vidas Secas, 1963, Nelson Pereira do Santos)

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2019

it's gonna scare 'em



(Easy Rider, 1969, D. Hopper)


"Of course, don't ever tell anybody that they're not free, 'cause then they're gonna get real busy killin' and maimin' to prove to you that they are.
 
Oh, yeah, they're gonna talk to you, and talk to you, and talk to you about individual freedom. But if they see a free individual, it's gonna scare 'em".

Fantas 19



O Fantasporto começou ontem e há texto no ípsilon de sexta sobre a mostra “Changing Face of Feminity in 60’s Taiwan”. Para depois não perguntarem “Ei, o Fantas, já não vou lá desde que o Sporting foi campeão, como é que aquilo tá?”, que tal irmos ao Rivoli ver o “Easy Rider”, amanhã o “The Shining”, na quinta o “A Clockwork Orange” e sexta o “Alien” (o originalérrimo)? Sim, sim, são mesmo estes os filmes que lá vão passar nos próximos dias.
 
As coisas podem já não ser como quando gostávamos muito delas (não é o meu caso, mas sei e compreendo essa impressão entre muita gente), mas também não o voltarão a ser se não quisermos saber do assunto. Até lá, pois então

o que não me sai da cabeça




A última vez que vi Rodney King - texto no ípsilon da sexta-feira passada:
 
 

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2019

there's a burning



 
 
(LP Ye Shall Receive Power, 1981)

eternamente (2)

 
 
 
Em Fevereiro de 2013:
 
"A amizade como inquebrantável esperança, como última salvação para a vida - ao menos espiritual - de um homem. Prova de que as relações humanas podem surpreender quando menos esperança (justamente) nela depositamos, ou quando pensamos já tudo ter vivido e nada mais de iluminante esperar para as nossas vidas - no caso, a personagem interpretada por Bruno Ganz não espera mesmo nada, pois já sabe, desde o início do filme, que irá ser internado em breve, mu...ito provavelmente como destino final. No filme de Angelopoulos, essa vitalidade que a amizade sempre encerra resulta do encontro entre um velho e uma criança, cujos contornos (geracionais, nomeadamente) lhe imprimem uma certa dimensão transcendental, como de um milagre se tratasse: a dado passo, temos a sensação de que este velho e esta criança são o último velho e a última criança no mundo, derradeiros seres humanos caminhando de mão dada e amparando-se mutuamente. A metáfora não é disparatada, pois que nem um nem outro, ainda que por circunstâncias distintas, têm alguém. Ele, velho e solitário, preso à dor da perda da mulher e condoído pelo alheamento da filha, vive na sua melancolia solipsista; o miúdo, por sua vez, é um imigrante desterrado num país sobre o qual nada sabe senão a rejeição e a marginalidade. Deste circunstancialismo 'geográfico' associado à questão da imigração se podendo extrair, ainda, uma outra putativa amizade, a saber, a que une (pode unir) diferentes povos e culturas, o que tem ressonâncias acrescidas atendendo ao concreto contexto cultural em causa (a questão dos Balcãs, figurada pela criança albanesa, tema, de resto, por demais explorado no cinema de Angelopoulos)".
 
Escrevi isto quando me convidaram para pensar num filme que, de alguma forma, pudesse representar o significado e a riqueza de uma amizade. Não sendo o filme mais icónico de Bruno Ganz, A Eternidade e Um Dia é o primeiro que me vem à cabeça sempre que penso nele. Ganz está presente, como poucos (Tati, Mastroianni, poucos mais), no meu universo cinéfilo mais pessoal, afectivo, e muito ligado ao meu próprio mergulho nos filmes. Ouvir a sua voz em off no último filme do von Trier foi das experiências mais reconfortantes que tive numa sala de cinema nos últimos meses.
 
“All passed by so quickly. This suspect pain... my stubbornness to want to learn,to want to know... then the darkness... the silence around me... the silence. All made me believe that before the end of winter with the ethereal silhouettes of the boats and their sudden breakthroughs in the sky, with the lovers along the promenade in the declining sun, and the hypocritical promise of the spring, all made me believe that before the end of winter... …My only regret, Anna... but is it only one?... is not to have finished anything. I left it all as a draft, shattered words here and there”.

eternamente





(LP Mechelas, 2018)


"LINDO COMO SER ALGUÉM
QUE É LIVRE
QUANDO TEM ALGUÉM"

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2019




(Alphaville, 1965, JLG)

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2019

primos e casados














(L'Age d'Or, 1930, L. Buñuel)

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2019

kutchi-kutchi




 
 
(LP Dairundi, 1984, Kutchi-Kutchi)