terça-feira, 16 de julho de 2019

e um ano depois... acordámos





(Robin Hood, 1973, W. Reitherman / As Boas Maneiras, 2017, J. Rojas e M. Dutra)


(River of No Return, 1954, O. Preminger)

segunda-feira, 15 de julho de 2019

notes to self

The Eyes of Orson Welles ***
Rocketman **
Linhas Tortas **
Toy Story 4 ***
Un couteau dans le coeur ****
 
///
 
Él (1953, L. Buñuel) ****

quinta-feira, 11 de julho de 2019






 
 
(LP The Complete Thom Bell Sessions, 1989)


("Ano natsu, ichiban shizukana umi" / "Um Lugar à Beira Mar", 1991, T. Kitano)

quarta-feira, 10 de julho de 2019

where my baby isn't



(The Eyes of Orson Welles, 2018, Mark Cousins)


(Jungfrukällan / A Fonte da Virgem, 1959, I. Bergman)


No princípio, era o fogo… No fim…

my / yours






 
(LP My Love Is Your Love, 1998)




(Grand Central, Rebecca Zlotowski, 2013)





(Dirty Harry, 1971, Don Siegel)

segunda-feira, 8 de julho de 2019

pretty face

 
 
"Here's looking at you, kid!" - Deem Spencer no ípsilon da passada sexta-feira
 
"Quando partilhamos com ele o facto de ter sido o fundo cor-de-rosa preenchido pelo seu rosto de boneco animado ornamentado com um artificialíssimo bigode que, num primeiro momento, fixou o nosso olhar em 'Pretty Face', o menino-homem-grande de Queens, Nova Iorque, não se mostra muito surpreendido. “Esta ideia de mim próprio com um bigode falso surgiu porque, enquanto fazia o álbum, estava a passar por várias sit...uações que me faziam questionar se eu era suficientemente… ‘homem’. Queria representar-te como sendo mais homem, mais adulto”, conta ao ípsilon a partir do quarto que frequentemente funciona também como o seu bedroom studio, e de onde pontualmente ouviremos pássaros, beats e um amigo que subitamente irrompe pela conversa – “You talking to my homie??”, Deem já embaraçado a sacudi-lo".
 
 

domingo, 7 de julho de 2019

out of the blue



("Ano natsu, ichiban shizukana umi" / "Um Lugar à Beira Mar", 1991, T. Kitano)


SWIMMING. 7-09-2018.

quinta-feira, 4 de julho de 2019

o teu a ir, o meu a ameaçar que vai, e nós, irmãos mais velhos, a falarmos de discos pela noite fora ao telefone, o trompetista que quer criar música nova, completamente nova; mas o novo não vale por si próprio, apenas pelo facto de ser novo. será? petulante ou não, é de um parto que o trompetista fala, vida que ele sopra furiosamente pelo não, não é fúria, festivamente, vida que ele sopra festivamente pelo cano escuro: epifania, recomeços, um hospital que desejamos converter numa única e enorme ala de obstetrícia.

quarta-feira, 3 de julho de 2019

change of heart







(LP Dance Little Lady, 1976)

terça-feira, 2 de julho de 2019

areia branca



no ípsilon da última sexta-feira, crónica sobre uma tarde na Sicília, terra de Stromboli, Cinema Paradiso, Il Gattopardo e... White Dog

Link: https://www.publico.pt/2019/07/01/culturaipsilon/cronica/escolhas-1877623?fbclid=IwAR1SKDZvicd0GGoz-U1fiSSr1QoC4g4c6tX172VvqYAGcpy3CL59MAepLsw

domingo, 30 de junho de 2019

palavra d'honra / honrarei a palavra todo o santo dia

“- Durante esta época [1952, ano de ‘Rancho Notorious’], costumava ver, e ainda vê, muitos westerns?

Fritz Lang: Sim. Gosto muito de westerns. Possuem uma ética bastante simples e bastante necessária. É uma ética à qual já não prestamos tanta atenção porque a crítica é muito sofisticada. Querem ignorar que amar realmente uma mulher e lutar por ela é algo verdadeiramente necessário. Quando eu estava a preparar o ‘Tigre da Índia’, discutia com o meu guionista porque eu queria que o Maharadja dissesse: ‘Se me dá a sua palavra de honra, deixo-o livre no meu palácio’. E o guionista respondeu: ‘Mas, escuta, toda a gente se vai rir. O que vale uma palavra de honra hoje?’. Admito que isto é muito triste. (Risos) Não existe hoje nenhum contrato que eu ou o meu parceiro não possamos quebrar. De nada serve isso se eu escrever cem páginas, se ele se recusar a pagar-me o dinheiro, se tiver de ir a tribunal e isso durar cinco anos. É o mesmo para mim. Se eu me recuso a executar o meu contrato, ninguém pode forçar-me. Então, é idiota. Enquanto que, se eu me comprometo com a minha palavra de honra, isso dá-me vantagem. São ideias simples, primárias, que convém repetir para os jovens, que é preciso dizer todos os anos, porque a cada ano surge uma nova geração. Vi em Berlim um filme alemão contra a guerra. As críticas foram péssimas, alegando que o filme não trazia nada de original, que ele desenvolvia temas já velhos. Mas o que é que podemos dizer de novo sobre a guerra? O importante é repetir novamente, e de novo, e de novo”.

(entrevista por J. Domarchi e J. Rivette nos Cahiers, n. 99, Setembro 1959)

sexta-feira, 28 de junho de 2019






(La Collectionneuse, 1967, E. Rohmer)