segunda-feira, 12 de abril de 2021

I'm not moving



(LP Face Value, 1981, Phill Collins)

quarta-feira, 7 de abril de 2021

sick sick sick



(LP HA Chu, 2020, Pan Amsterdam)

let's go to the park



(LP Cliquish, 2015, Leron Thomas)

harvest time



(LP Pharoah, 1977)                                                                    

Yours Truly



("Yours Truly", por Homeboy Sandman e Kensaye Russell
LP Bushido, Mello Music Group, 2021)

terça-feira, 6 de abril de 2021

"He looks as if he knows what I look like without my shimmy"


 

“He looks as if he knows what I look like without my shimmy..."

Um caso de "verdade à primeira vista": o raio-X de carne e espírito a Scarlett O’Hara na escadaria da vida - o meu contributo para o novo dossier "Fotograma, Meu Amor" da Pala

Link:

Rap en punto


                                        
                                        (LP Los Negros También Iremos A La Luna, 2015, Frank T)


Sin cigarrillos


(LP Los Negros También Iremos A La Luna, 2015, Frank T)



quinta-feira, 1 de abril de 2021

Love is everywhere



(LP Love In Us All, 1974)

quarta-feira, 31 de março de 2021

25 anos FDUP, 25 filmes - O mundo que o cinema nos dá


(Cartaz e programação do Cineclube FDUP em 2007-2008)


A minha cinefilia começou - ainda nem eu sabia o que o palavrão significava - em casa com o Chaplin, o Tati e o meus pais, mas só verdadeiramente como coisa consciente e obsessiva a partir da entrada na Faculdade de Direito, que era, pelo menos enquanto lá andei, uma Academia no sentido original (grego) do termo: Cineclube FDUP, Jornal Tribuna, Sociedade de Debates, direitoÀcena (grupo de teatro), muitos etc.. Pelo menos destes quatro grupos fiz parte com o maior entusiasmo e vigor, tal como a esmagadora maioria das pessoas que lá encontrei. 31 de Outubro de 2007, via o meu primeiro filme no Cineclube FDUP: Rumble Fish, Coppola... Não o digo por nostalgia de ocasião, pois já então o sentia desta exacta forma (“I remember thinking: ‘I’ll remember this…’”): por essa altura, a FDUP era um lugar ligeiramente utópico (um lugar “ainda-já-distante”, como se estivéssemos a viver a faculdade do tempo dos nossos pais, essas que víamos, claro está, nos filmes que amávamos: França, Itália, anos 60-70…), que fervilhava a todo o momento, pleno de ideias, cultura, debate. Em resumo, duvido que volte a encontrar um espaço assim na minha vida; espero estar enganado.

A Faculdade de Direito comemora em 2021 os seus 25 anos e convidou-me a fazer uma selecção de 25 filmes – um por cada ano (e realizado nesse ano), desde 1995, data da sua fundação. É uma selecção (sublinho “uma”) que acompanhará um mini-ciclo de cinema (com outros filmes) a ser exibido ainda este ano em data a anunciar oportunamente. Abaixo, a selecção e o texto enquadrador.


***

25 anos FDUP, 25 filmes - O mundo que o cinema nos dá

No 25.º aniversário da FDUP, uma “lista dos melhores filmes dos últimos 25 anos” é coisa que não podia estar mais distante da selecção que aqui se propõe, a qual pretende, antes de mais, servir de complemento aos estudantes da FDUP para o mini-ciclo de cinema a realizar em 2021 por ocasião das comemorações da sobredita efeméride (razão pela qual os filmes aí a serem exibidos não constam da presente selecção). Assim, aquilo para que se convida os estudantes (e demais comunidade: docentes, funcionários, alumni) é uma possível leitura do mundo e do cinema que ele nos deu – e quanto mundo o cinema nos dá, por sua vez… – nos últimos 25 anos. Três turbulentas décadas de aceleração e transformação que mostram à evidência como o fim da História, afinal, nunca chegou.
Escusado será de referir a óbvia dificuldade em fazer uma tal selecção. É, por isso, e naturalmente, apenas isso mesmo, uma selecção. Simultaneamente uma proposta e um desafio aos estudantes. Procurou-se escolher um filme por cada ano (e realizado nesse ano) subordinado a uma ideia de conjunto assente num duplo vector. Por um lado, tactear a diversidade de propostas estéticas que a arte cinematográfica vem conhecendo desde os anos 90, quer em termos formais e programáticos (as tendências e figuras que vêm marcando o cinema contemporâneo, do melodrama à Nova Vaga Romena, do cinema português ao pós-documentário), mas também técnicos (o digital, a internet e a democratização por eles possibilitados no acesso à produção e consumo de filmes). Num outro plano, pretende-se também reflectir sobre as transformações – políticas, sociais, culturais – que marcaram o mundo no preciso momento em que uma nova e profunda mutação trazida pela pandemia Covid-19 acaba de ser experienciada – por agora sem fim à vista – pela sociedade global (o primeiro filme escolhido, de 1995, fala já sobre isso…).
É esta, por isso, uma selecção que se pretende diversificada mas rigorosa, plural e comunicante, bem assim orientada por um sentido pedagógico e prospectivo de aventura e descoberta para o público a que primacialmente se destina: estudantes, cidadãos pensantes e de espírito crítico. Uma selecção ancorada, agora e sempre, na curiosidade e no prazer de que se reveste o acto de ver filmes, acreditando na possibilidade de cada um deles servir de ponte para outros filmes, outros cineastas, outros mundos. Para o Outro. Esse é, afinal, o destino de toda a cinefilia, paixão de que um jurista – que tantas vezes ouve durante a feitura do curso que “Quem só sabe de Direito nem de Direito sabe” ou que a Equidade é a “justiça do caso concreto” – só beneficiará na sua intervenção no mundo dos princípios e das normas jurídicos. Um filme, um bom filme, nunca pretende ser juiz, antes proporcionar ao espectador todos os elementos e nuances (todos os cinzentos) para que este possa pensar em liberdade. Não manipula; oferece, respeita, ilumina. Porque a realidade – ou a ficção, uma supera a outra e vice-versa – é sempre mais complexa do que os conceitos e as ideias por que nos orientamos; do que "a previsão e a estatuição". Porque, no fim do dia, como se ouve ao Octave de La Régle du Jeu (1939, de Jean Renoir), "Le plus terrible dans ce monde c'est que chacun à ses raisons".

1995 – Safe (Todd Haynes)
1996 – Conto de Verão (Eric Rohmer)
1997 – O Sabor da Cereja (Abbas Kiarostami)
1998 – Os Mutantes (Teresa Villaverde)
1999 – Tudo Sobre a Minha Mãe (Pedro Almodóvar)
2000 – No Quarto da Vanda (Pedro Costa)
2001 – O Quarto do Filho (Nanni Moretti)
2002 – Sinais (M. Night Shyamalan)
2003 – A Melhor Juventude (Marco Tullio Giordana)
2004 – A Rapariga Santa (Lucrecia Martel)
2005 – A Morte do Sr. Lazarescu (Cristi Puiu)
2006 – Offside (Jafar Panahi)
2007 – O Segredo de um Cuscuz (Abdellatif Kechiche)
2008 – As Praias de Agnès (Agnès Varda)
2009 – Morrer Como Um Homem (João Pedro Rodrigues)
2010 – Filme Socialismo (Jean-Luc Godard)
2011 – Melancolia (Lars von Trier)
2012 – 00:30 A Hora Negra (Kathryn Bigelow)
2013 – Até Ver a Luz (Basil da Cunha)
2014 – João Bénard da Costa: Outros Amarão as Coisas Que Eu Amei (Manuel Mozos)
2015 – Montanha (João Salaviza)
2016 – Lumière! (Thierry Frémaux)
2017 – Dragonfly Eyes (Xu Bing)
2018 – Dogman (Matteo Garrone)
2019 – Atlantique (Mati Diop)
2020 – O Sal das Lágrimas (Philippe Garrel)

segunda-feira, 29 de março de 2021

you just add to my troubles



(LP Pleasure, Joy and Happiness, 2020, Eddie Chacon)

De volta a Tokyo-3


Quiçá tenha sido aqui que o Oliveira filmou aquela cena do Aniki... Um pedaço da minha infância (?), esse, está no Y da última sexta-feira... Evangelion e os primeiros vislumbres do apocalipse

sábado, 27 de março de 2021


(Le Corniaud, 1965, Gérard Oury)

great music only



Disco longo, rico, cheio de sumo, superiormente interpretado: podia ser de um veterano mas pertence um miúdo de 22 anos... Um black dog na terra dos cangurus

"Smiling With No Teeth", portentosa estreia do ganês-australiano Genewis Owusu, no ípsilon

Link:

quinta-feira, 18 de março de 2021

notes to self

Heremakono (2002, A. Sissako) *** 
39 Steps (1935, A. Hitchcock) ***
Bamako (2006, A. Sissako) ***
25th Hour (2002, Spike Lee) ***
Before Sunrise (1995, R. Linklater) ***
Before Sunset (2004, R. Linklater) *****
Before Midnight (2013, R. Linklater) ****
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[séries]
Ways of seeing (1972, J. Berger) ***
Neon Genesis Evangelion (1995, Hideaki Anno) ****

terça-feira, 16 de março de 2021




(Before Sunset, 2004, R. Linklater)


O que pensaste tu quando o viste? E tu? E tu? E tu, e tu, e tu...

segunda-feira, 8 de março de 2021

vozes na cabeça



(LP Regresso ao Futuro, 2012, Mind Da Gap)

It's a Wonderful Life



(25th Hour, 2002, Spike Lee)


second chances, guardian angels... It's a Wonderful Life