quinta-feira, 14 de maio de 2026

notes to self

Blue Moon ***
Balane 3 ***
O Estrangeiro ***
Riefenstahl ***
Mektoub, Meu Amor: Canto Segundo ***
Os Domingos **
Romaria ***
Projecto Global ****
Nino **
Entroncamento **
Divina Comédia ***
-------------------------------------
Ladies of the Chorus ***
Don't Bother To Knock ****
Niagara ****
River of No Return ***
Bus Stop ****
The Prince and The Showgirl **
Let's Make Love ***
The Misfits *****
Blonde *
My Week With Marilyn **
The Legend of Marilyn Monroe **
--------------------------------------------
[séries]
Breaking Bad ****

quinta-feira, 7 de maio de 2026

I'm In Love Again


(LP PH Factor, Phil Hurtt, 1979)

 

segunda-feira, 4 de maio de 2026

Ciclo Marilyn Monroe a partir de amanhã na Casa Comum



Começamos já amanhã a celebrar e a pensar os 100 ANOS DE MARILYN MONROE com filmes e debates. A acompanhar o programa, será disponibilizado um dossier escrito com texto do ciclo + folhas de sala. Entrada livre!



QUEM ÉS TU, NORMA JEANE? 100 ANOS DE MARILYN MONROE
Programador: Francisco Noronha

5 Maio
18h00: Don’t Bother to Knock/Os Meus Lábios Queimam (Roy Baker, 1952)
Convidados: Manuela Hargreaves (historiadora de arte) e Marina Leonardo (actriz e realizadora)
21h30: Niagara (Henry Hathaway, 1953)
Convidados: Daniela Rôla (crítica de cinema) e Cláudia Coimbra (investigadora)

6 Maio
18h00: River of No Return/Rio Sem Regresso (Otto Preminger, 1954)
Convidados: Vítor Ribeiro (director do Cineclube de Joane) e Ana Carneiro (directora do Cineclube do Porto)
21h30: Bus Stop/Paragem de Autocarro (Joshua Logan, 1956)
Convidados: Daniel Marques Pinto (professor universitário) e Pedro Ludgero (músico e realizador) [Podcast Noites de Cabíria @noitesdecabiria]

8 Maio
21h30 Let’s Make Love/Vamo-nos Amar (George Cukor, 1960)
Convidados: Miguel Ramalhete Gomes (professor universitário) e José Reis (professor universitário)

9 Maio
21h30 The Misfits/Os Inadaptados (John Huston, 1961)
Convidado: António Roma Torres (psiquiatra e crítico de cinema) e Bernardo Pinto de Almeida (historiador de arte e ensaísta)

segunda-feira, 20 de abril de 2026

Sabor Colorido


(LP Tempo Tempero, 1984)

quarta-feira, 15 de abril de 2026

Ciclo Marilyn Monroe de 5 a 9 Maio no Porto


QUEM ÉS TU, NORMA JEANE? 100 ANOS DE MARILYN MONROE

Ciclo de cinema e debates de 5 a 9 de Maio na Casa Comum da Universidade do Porto

Programação: Francisco Noronha

5 Maio
18h00: Don’t Bother to Knock/Os Meus Lábios Queimam (Roy Baker, 1952)
Convidados: Manuela Hargreaves (historiadora de arte) e Marina Leonardo (actriz e realizadora)
21h30: Niagara (Henry Hathaway, 1953)
Convidados: Daniela Rôla (crítica de cinema) e Cláudia Coimbra (investigadora)
6 Maio
18h00: River of No Return/Rio Sem Regresso (Otto Preminger, 1954)
Convidados: Vítor Ribeiro (director e programador do Cineclube de Joane) e Ana Carneiro (directora e programadora do Cineclube do Porto)
21h30: Bus Stop/Paragem de Autocarro (Joshua Logan, 1956)
Convidados: Daniel Marques Pinto (professor universitário) e Pedro Ludgero (músico e realizador) [Podcast “Noites de Cabíria”]
8 Maio
21h00 Let’s Make Love/Vamo-nos Amar (George Cukor, 1960)
Convidados: Miguel Ramalhete Gomes e José Reis (professores universitários)
9 Maio
21:00 The Misfits/Os Inadaptados (John Huston, 1961)
Convidados: António Roma Torres (psiquiatra e crítico de cinema) e Bernardo Pinto de Almeida (historiador de arte e ensaísta)

segunda-feira, 13 de abril de 2026

Waterfall



(LP The Changer and The Changed, Cris Williamson, 1975)

terça-feira, 7 de abril de 2026

Songs of the Earth

 



(LP White Trails, Chris Rainbow, 1979)

Ring Ring


(LP White Trails, Chris Rainbow, 1979)

Be Like a Woman


(LP White Trails, Chris Rainbow, 1979)


Stay out at night
See who you wanna see, yeah
Do what you want
But be like a woman to me

Ciclo Marilyn Monroe no Porto de 5 a 9 Maio


De 5 a 9 de Maio, celebraremos o centenário de Marilyn Monroe com o ciclo QUEM ÉS TU, NORMA JEANE? 100 ANOS DE MARILYN MONROE

Trata-se de um ciclo que programei para a Casa Comum da Universidade do Porto com títulos menos óbvios/vistos, e no âmbito do qual se pretende pensar e discutir o trabalho e legado de MM para além do estereótipo, a sua potência como actriz e a sua independência como mulher no meio artístico.

Todas as sessões serão seguidas de debates com convidados e acompanhadas de folhas de sala. Mais novidades em breve!

terça-feira, 24 de março de 2026


Dou comigo a pensar em como o ballet clássico, na sua vertente narrativa, perdura e resiste; não teve a mesma sorte (a mesma determinação, a mesma coragem, o mesmo amor por parte de quem o fazia?) do cinema mudo, morto e bem morto. O som, os diálogos, fizeram lei; a imagem, vencida. Não assim no ballet, no qual a imagem – entenda-se, a imagem que a acção dramática, através do seu amplo conjunto de recursos performativos, produz – campeia. São o movimento e a expressividade corporal que definem o curso da narrativa e as acções e emoções inerentes. Daí o prazer de, hoje, ser o ballet a – provavelmente – única arte que, fazendo uso de um modelo narrativo (bem convencional, aliás, na sua estruturação dramatúrgica, segmentação em actos, desenrolar do arco dramático), permite ao espectador perder-se, ficar completamente às escuras, não conseguir situar-se, enfim, no exacto lugar da "história" que é contada.

Foi imenso o que o mudo pediu de emprestado ao ballet: a expressividade física e, particularmente para o cinema, facial, a comédia física, o slapstick – o musical, claro. Mas mesmo o mudo do período clássico, em muitos casos (não todos), fazia batota: intertítulos que explicavam a acção e/ou os estados psicológicos da personagens, ou, até mesmo, reproduzindo diálogos ou afirmações das personagens (é possível por vezes detectar a correspondência entre a leitural labial de uma personagem e o intertítulo que se lhe segue). O ballet, creio, nunca o pôde – quis? – fazer.
No campeonato da anacronia – que não em sentido pejorativo; pelo contrário –, não sei quem vence. Nos nossos verborreicos dias, não sei se será mais anacrónica a arte que, contra o seu tempo, sobrevive, ou a que, derrotada, já cá não está para contar.

Marilyn


(Don't bother to knock, Roy Baker, 1952)

George Delerue - Camille



(Fogo, Fevereiro 2026)

quarta-feira, 18 de março de 2026

Goodbye to Romance


(LP Blizzard of Oz, Ozzy Osbourne, 1980)

 

segunda-feira, 16 de março de 2026

Podcast Noites de Cabíria



Iniciamos - o Daniel Marques Pinto, o Pedro Ludgero e eu - uma nova aventura. NOITES DE CABÍRIA é um podcast da Casa Comum da Universidade do Porto dedicado ao cinema, sem outras regras que não o amor pelas imagens em movimento e por tudo o que elas provocam, insinuam, iluminam.

Com especial foco nas estreias em sala, também ciclos, sessões especiais e outras efemérides da história do cinema incluir-se-ão num podcast de "amadores" do cinema - no sentido primordial que Bénard da Costa evocou - para amadores do cinema (e curiosos a caminho de o serem!).

No episódio inaugural, os filmes em foco são a família e suas vicissitudes de Valor Sentimental (Joachim Trier, 2025), bem como a vida, obra e legado de George Orwell em Orwell: 2+2=5 (2025, Raoul Peck). O olhar percorre ainda, de forma mais sintéctica, Sex e Love (Dag Johan Haugerud, 2025), a cópia restaurada pelo aniversário dos 25 anos de Rasganço (Raquel Freire, 2001), Sinners (Ryan Coogler, 2025) e o resistente e vital cinema iraniano de A Semente do Figo Sagrado (Mohammad Rasoulof, 2025).

Oiçam-nos e sigam-nos no nosso website, no Spotify e no Instagram em @noitesdecabiria



***

You know, I think that movies are a conspiracy because they set you up from the time you’re a little kid… They set you up to believe in everything, in ideals and strength and good guys and romance – and, of course, love” (Gena Rowlands em Minnie and Moskowitz, 1971).

Noites de Cabíria é um podcast dedicado ao cinema sem outras regras que não o amor pelas imagens em movimento e por tudo o que elas provocam, insinuam, iluminam. Daniel Marques Pinto (professor universitário), Francisco Noronha (crítico, realizador e programador) e Pedro Ludgero (músico e realizador) conversam sobres as mais recentes estreias nas salas portuguesas, assim como ciclos, sessões especiais e outras efemérides da história do cinema.

sábado, 7 de março de 2026

notes to self

Mirroirs no 3 *
Kontinental 25 ****
Die My Love ***
O Bolo do Presidente **
Pai Mãe Irmã Irmão ***
Valor Sentimental ****
Marty Supreme ***
Nino **
A Cronologia da Água ***
Orwell: 2+2=5 *
A Noiva! **
————————————————
A Semente do Figo Sagrado ****
Que O Diabo Nos Carregue **
Detour (Hulmer) ****

quinta-feira, 5 de março de 2026

Everything


(LP Doer Of The World, Dan Peek, 1984)

quarta-feira, 4 de março de 2026