quarta-feira, 27 de abril de 2022

Reconstrução no IndieLisboa 2022




RECONSTRUÇÃO
um filme de Francisco Noronha

realização, som e montagem
Francisco Noronha

mistura e desenho de som
Alexandre Barbosa

assistente de edição
Ana Nakamura

uma produção
CALOR DO CÃO em colaboração com Escola das Artes, Universidade Católica Portuguesa

cartaz
Ana Schefer e Teo Furtado


Estreia: IndieLisboa 2022, dia 3 de Maio, 15h30, Sala M. Félix Ribeiro (Cinemateca)

sexta-feira, 22 de abril de 2022

The giant looks in the mirror and sees nothing



Há um disco novo, DONDA 2, e um filme de aventuras: JEEN-YUHS, documentário realizado por Coodie Simmons e Chike Ozah. Como em todas as aventuras, o herói insinua-se, mesmo se este não é um herói qualquer… Kanye Omari West é o nosso Mama’s boy. Ao seu lado está, com a sabedoria e discrição próprias dos companheiros dos heróis, o fiel ajudante Coodie. Disco e filme compõem um estranho álbum de família, ou a história dos últimos 20 anos de uma figura inescapável – e a nossa, ouvintes imperfeitos.

terça-feira, 19 de abril de 2022

"Reconstrução" no IndieLisboa 22


 

If I had a hammer... A minha nova curta RECONSTRUÇÃO estreia dia 3 de Maio no IndieLisboa (15h30, Cinemateca)

*

My new short RECONSTRUÇÃO (RECONSTRUCTION) will premiere at IndieLisboa on the 3rd of May (screening at 3.30 pm at Cinemateca)

quarta-feira, 13 de abril de 2022



 

(Lawrence of Arabia, 1962, D. Lean)

quinta-feira, 7 de abril de 2022


(LP Zhigeist, Elzhi e Georgia Anne Muldrow, 2022)


I want, I need, I got to to be
Understanding you, understanding me...

quarta-feira, 6 de abril de 2022


"Tal como os admiráveis personagens do último filme de Ford, também estes transportam uma cultura 'alheia' para um mundo 'original'. E esse ‘mundo’ vai vencer essa ‘cultura’. Fora da comunidade originária, à procura de paraísos e emoções artificiais, só encontram o seu próprio imaginário e só se aprofunda o abismo entre a ideia que de si têm e o comportamento que vão passar a ter”.

(J. Bénard da Costa / Mogambo, 1953, J. Ford)

segunda-feira, 4 de abril de 2022


 

(Tromeo and Juliet, Lloyd Kaufman, 1997)

quarta-feira, 30 de março de 2022

Thanks, Sam...



(LP Forever, 2022)


Had no idea me and my boy would bump heads
If I could do all over again
I'd sit down with my friend
Was zero reason why this shit had to end

Hold up, hold up, hold up
Cut that shit off, cut that shit off
Lack of communication killed my tribe
Bad vibes, hence the reason last two albums took a straight nose dive
Truth be told, fans kept us alive
Despite trials, tribe-ulations, no doubt, we were built to survive
Can't speak for everybody or where my dudes' heads are at
But I love you motherfuckers, true spit, all facts
Deep in my soul, I believe what will be shall be
Requiem for a Tribe, 'Ro, Sha', Kamal, and Malik

Forever
Forever? Forever, ever? Forever, ever?
Forever, motherfuckers!
Forever...


Portami la testa del mio amore...


(Decameron, 1971, P. P. Pasolini)


terça-feira, 29 de março de 2022

olhos claros



Há concerto dia 14 Abril, Maus Hábitos, o chão do parque... Masterpiece


segunda-feira, 21 de março de 2022

desiderata


(Gemeses, Mar. 2022)

Running Up That Hill



(LP Hounds Of Love, Kate Bush, 1985)


(Porto, Fev. 2022)


(Le fantôme de la liberté, L. Buñuel, 1974)



Quando esta cena tem início, sussurrei à minha companhia: "Nunca vamos ver a fotografia". E, de facto, Buñuel nunca a mostraria acaso o seu conteúdo fosse realmente transgressivo... É o que acontece (?) com a caixinha de Belle de Jour, cujo interior jamais chegamos a ver. Aquilo que Vitti e Brialy (o Monsieur... "Foucauld"), horrorizados, observam só é permitido ver ao espectador justamente por ser um "objecto real, familiar, quotidiano": o Arco do Triunfo, a Sacré-Cœur... Tudo coisas, estas sim, da ordem da indecência - ainda o charme discreto...

"Buñuel praticou uma relação mental que não obedece à lógica tradicional. Afirmou o absurdo, mas apenas na parte da construção cinematográfica que não é material: ou seja, no desenvolvimento da sequência e na articulação dela com as restantes. Quanto ao resto, o seu material é sempre objectivo e não distorcido, totalmente espanhol. Não me lembro dum só plano, dum só fotograma de Buñuel em que não apareça um objecto real, familiar, quotidiano, apresentado a «palo seco». Essa é a grande diferença entre ele e o outro único surrealista válido do cinema, Jean Vigo, filho dum catalão. Vigo, apoiando-se na realidade objectiva, acentua-a e deforma-a com iluminação e ângulos excêntricos que, pela contribuição duma estética, dão novos sentidos ao objecto. Em Buñuel, o elemento de surpresa e contradição reside nas coisas tais como são: a matança dum porco é-nos dada com a mesma fidelidade com que a vimos em qualquer lugarejo e, apesar disso, parece-nos incrível, inadmissível, quando Buñuel nos dá a vê-la. Não é a arte de Buñuel que é surrealista; o mundo é que o é na sua obra. Não é por deformação sádica que nos mostra o mundo como cruel e duro; pelo contrário, Buñuel mostra a violência em planos brevíssimos sem comprazer-se nela, dando-nos apenas os dados imprescindíveis para que tomemos consciência disso, com enorme sentido de pudor. Jean Vigo foi um artista, um lírico, o profeta duma nova classe social que nascia. Buñuel é o cronista duma classe agonizante, que documenta laconicamente, sem querer dar-nos com essa crónica qualquer esperança".

(Le fantôme de la liberté, L. Buñuel, 1974 / Luis Buñuel, Biografia Crítica, F. Francisco Aranda)


(Dekalog, IX, K. Kieślowski, 1988)

Transformer Man


                                                                  (LP Trans, Neil Young, 1982)



(Touki Bouki, 1973, D. D. Mambéty / Zona J, 1998, L. Vieira)